sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
100 Rifas
Mais um período que passou. E o Inverno está à porta. Finalmente. Vamos rezar para que, tal como o ano passado, fique tudo coberto de branco.
Estas semanas foram bastante atribuladas, diga-se. Isto porque a minha turma quer ir aos Açores. E as coisas não se pagam sozinhas, como é óbvio. Dito isto, só tenho uma coisa a dizer: não consigo ver mais cachorros à minha frente. Lá estamos nós, todas as quintas, com os nossos 72 pães, à espera que na cantina seja peixe e que os miúdos estejam com vontade de consumir algumas calorias. Todas as quintas, o mesmo cenário repete-se: saímos de matemática, depois de uma aula desgastante do Atílio, e dirigimo-nos para a entreda do bloco principal. Montamos a nossa barraca, contituida por duas mesas, e vamos buscar o pequeno fogão eléctrico à sala de Físico-Química. Colocamos a nossa panelita com alguma água em cima do fogão, e, lá dentro, pomos as salcichas, tudo isto com luvas. Nós temos muito cuidado com a higiene, ainda mais agora com essa história da Gripe A. Não queremos contaminar ninguém.
Depois, é só esperar cinco minutos, e começam a chegar os primeiros clientes. É sempre seguido: um com o pão, outro com os molhos, e, por fim, as batatas.
Na realidade, já estamos a ficar famosos. Somos conhecidos como o 12º B dos carrochos. Uma graça.
De vez em quando, lá temos o cheesecake e o bolo de bolacha, que fazem as delícias de toda a gente, principalmente do Atílio. Maior guloso, nunca vi.
E isto é apenas a ponta do iceberg de todo o trabalho que temos feito. Ainda há as tão famosas rifas, 100 para cada um, que, como podem imaginar, foram o pesadelo de algumas noites. Diga-se que vender coisas não é a minha especialidade, e nunca fiquei tão satisfeita quando, numa tarde, vendi 17.
Bem, na realidade, foi mais a Sara que eu. És a melhor de todas. *Bigger, chuchu. E para o teu pai. Um dia, hei-de lhe pagar.
Há ainda o concurso Miss Escola 2009/2010. Sempre tive curiosidade em ver como funcionam os bastidores deste tipo de coisas, e parece que, este ano, o 12º B teve a sorte de ficar com a organização. A turma de artes ficou a chuchar no dedo.
É claro que o facto de se fazer bom dinheiro com o concurso só fez com que a minha alegria ficasse ainda maior. Mas ninguém tem que saber disso.
Estamos ainda a pensar ir cantar as janeiras. Quanto a isso, não vou comentar. Sinto-me envergonada, só de pensar na minha voz de rouxinol a assustar as pessoas.
De qualquer maneira, sacrifícios são necessários quando queremos alguma coisa. E eu não estou com vontade nenhuma de ter que colocar muito dinheiro do meu bolso. Há que guardá-lo para o Rock in Rio.
E agora vou acabar o trabalho de Psicologia. Onde é que já se viu estar de férias e ainda ter que fazer trabalhos? Francamente.
A minha sugestão de hoje:
Matt Bellamy
sábado, 21 de novembro de 2009
My Sister´s Keeper
Dias intensos, estes que passaram. De um lado para o outro, sempre a correr, o tempo voava. E parecia que apenas conseguia empenhar o meu tempo em coisas relacionadas com a escola. Para minha sorte, parece estar tudo agora a acalmar. Sobra-me tempo para aspectos mais importantes. E para me divertir um bocadito, diga-se. Também preciso.
Dito isto, esta noite vou tirar um tempinho para mim. Cinema vem sempre à cabeça quando penso numa boa forma de passar um bom bocado, e quando a companhia é agradável, as coisas ficam ainda mais fáceis. O filme de hoje, Para a minha irmã, ou em inglês, My sister´s Keeper. Já li boas críticas, e já me estou a imaginar a passar uma vergonha quando as pessoas olharem para mim e virem olhos vermelhos e inchados. Vai ser interessante. Também vai haver direito a um jantarito na Romanza, só o melhor restaurante de Arcos de Valdevez. Aquele pão de alho...
E aproveito, já agora, para agradecer ao prestável individuo que teve o cuidado de entregar o meu perdido cartão de cidadão no registo do Porto. Festivais de Verão são o melhor sítio para se perder documentos importantes, tirando ainda o facto de eu ser a Rita e perder tudo aquilo que realmente não deveria. Um grande obrigada.
Dito isto, esta noite vou tirar um tempinho para mim. Cinema vem sempre à cabeça quando penso numa boa forma de passar um bom bocado, e quando a companhia é agradável, as coisas ficam ainda mais fáceis. O filme de hoje, Para a minha irmã, ou em inglês, My sister´s Keeper. Já li boas críticas, e já me estou a imaginar a passar uma vergonha quando as pessoas olharem para mim e virem olhos vermelhos e inchados. Vai ser interessante. Também vai haver direito a um jantarito na Romanza, só o melhor restaurante de Arcos de Valdevez. Aquele pão de alho...
E aproveito, já agora, para agradecer ao prestável individuo que teve o cuidado de entregar o meu perdido cartão de cidadão no registo do Porto. Festivais de Verão são o melhor sítio para se perder documentos importantes, tirando ainda o facto de eu ser a Rita e perder tudo aquilo que realmente não deveria. Um grande obrigada.
domingo, 6 de setembro de 2009
Junho. Julho. Agosto. Escola.
Bem, chegou a altura de fazer um apanhado daquilo que foram as últimas semanas. É interessante como aguardamos um ano inteiro pela tão famosas férias de Verão, e quando damos por ela, já passaram e nem percebemos como. Este ano foi totalmente diferente de todos os Verões que já passei. Vivi novas experiências, assumi nova responsabilidades, conheci novas pessoas. E tudo em tão pouco tempo! Foi um Verão recheado de música e tive a oportunidade de conhecer novos lugares.
O Marés Vivas 09 foi o ponto do alto destes meses e garanto que estarei lá no ano que vem. O ambiente era maravilhoso, as bandas ainda melhor e a companhia só facilitou tudo. Amei cada segundo e só lamento que tenha durado apenas três dias. De qualquer maneira, foram os melhores três dias de todo o sempre.
Julho ficou também marcado pelas minhas dezassete primaveras. Os anos passam, e nós passamos com eles. É inacreditável pensar que ainda ontem estava a aprender a andar. Sinto-me velha. Este foi, no entanto, um dos meus melhores aniversários. As pessoas e o local certo e as coisas tornam-se sempre muito mais agradáveis. E para tornar o dia 23 de Julho totalmente perfeito, tive o melhor presente de sempre: um bilhete para o concerto dos Muse. Estava eu pronta a pagar o meu próprio bilhete, com as notas dobradinhas para não perder nem uma e descubro que não vou ter que abrir os cordões à bolsa. Fiquei surpreendentemente feliz.
Os exames nacionais também tiveram o seu papel, se bem que mais negativo. Andei bastante preocupada durante algum tempo, mas não foi suficiente para me arruinar os restantes dias.
Agosto, esse, foi mais calmo, não deixando, no entanto, de ser igualmente fantástico. Algumas saídas à noite deram outro sabor às férias, enquanto assumia a responsabilidade de me tornar madrinha. Uma semaninha na Póvoa a aproveitar os últimos momentos fizeram com que tudo ficasse ainda melhor.
Não me posso queixar. Tirando algumas coisas que devia ter feito este Verão, sei que aproveitei ao máximo estes últimos tempos. Vou ter saudades daquilo que vivi.
Agora, é esperar que este ano lectivo me traga outra mão cheia de boas surpresas.
E outra coisa. Nós, os arcuenses, não somos tão "bimbos" como a querida novela faz parecer. Quem conhece, sabe. E eu sei.
O Marés Vivas 09 foi o ponto do alto destes meses e garanto que estarei lá no ano que vem. O ambiente era maravilhoso, as bandas ainda melhor e a companhia só facilitou tudo. Amei cada segundo e só lamento que tenha durado apenas três dias. De qualquer maneira, foram os melhores três dias de todo o sempre.
Julho ficou também marcado pelas minhas dezassete primaveras. Os anos passam, e nós passamos com eles. É inacreditável pensar que ainda ontem estava a aprender a andar. Sinto-me velha. Este foi, no entanto, um dos meus melhores aniversários. As pessoas e o local certo e as coisas tornam-se sempre muito mais agradáveis. E para tornar o dia 23 de Julho totalmente perfeito, tive o melhor presente de sempre: um bilhete para o concerto dos Muse. Estava eu pronta a pagar o meu próprio bilhete, com as notas dobradinhas para não perder nem uma e descubro que não vou ter que abrir os cordões à bolsa. Fiquei surpreendentemente feliz.
Os exames nacionais também tiveram o seu papel, se bem que mais negativo. Andei bastante preocupada durante algum tempo, mas não foi suficiente para me arruinar os restantes dias.
Agosto, esse, foi mais calmo, não deixando, no entanto, de ser igualmente fantástico. Algumas saídas à noite deram outro sabor às férias, enquanto assumia a responsabilidade de me tornar madrinha. Uma semaninha na Póvoa a aproveitar os últimos momentos fizeram com que tudo ficasse ainda melhor.
Não me posso queixar. Tirando algumas coisas que devia ter feito este Verão, sei que aproveitei ao máximo estes últimos tempos. Vou ter saudades daquilo que vivi.
Agora, é esperar que este ano lectivo me traga outra mão cheia de boas surpresas.
E outra coisa. Nós, os arcuenses, não somos tão "bimbos" como a querida novela faz parecer. Quem conhece, sabe. E eu sei.
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